Associação de Grupos, Atores e Produtores de Teatro de Blumenau-SC.
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domingo, 7 de agosto de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
sexta-feira, 3 de junho de 2011
quarta-feira, 11 de maio de 2011
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Temporada Blumenauense de Teatro - Abril de 2011
quinta-feira, 3 de março de 2011
ESTRÉIA DO ESPETÁCULO DE TEATRO “AMAR (E MESMO ASSIM...)”
A Temporada Blumenauense de Teatro do mês de março conta com a estréia do espetáculo AMAR (E MESMO ASSIM...) de Gregory Haertel, encenada pelo Grupo Detalhe de Teatro.Sinopse:
"Carla Edilene quer sentir. Não qualquer sentimento.Carla Edilene quer sentir e xatamente o mesmo que sentiriam as personagens das revistas de fofoca, dos programas de rádio e das novelas a que constantemente vê. Mas ela foi traída. E agora Carla Edilene tem que reagir à traição da forma mais adequada possível, nem que ela tenha que se desdobrar para, dentro de si,encontrar algo que nunca imaginou existir".
Sobre a montagem e o espetáculo:
Em “Amar (E Mesmo Assim...)” optou-se pela concepção inicial de um texto simples que contivesse a curva dramática e os conflitos básicos para que, sobre esta base, fosse construída a história. Esse texto inicial surgiu a partir do acompanhamento do dramaturgo ao trabalho de sala desenvolvido pelo grupo. A partir deste texto, diretor e atores criaram novas ações e cenas que podiam ser ou não aproveitadas no resultado final, mas que serviram de estímulo para grande parte da criação. O papel do dramaturgo, além de propor o texto inicial, foi dar coerência e condensar tudo o que fosse acrescentado à história. Acreditamos que esta forma de trabalho seja a mais adequada para alcançarmos os resultados que almejamos, fazendo com que as vontades dos envolvidos sejam igualmente importantes. Ao nos propormos a trabalhar de modo colaborativo nos propomos também a enfrentar as dificuldades desse processo, dentre as quais podemos destacar o maior tempo necessário para a montagem (este processo teve início em 2009) e a busca do consenso quando há opiniões discordantes (e sempre há). Essas dificuldades nos chegam como oportunidades para o aprofundamento de um processo teatral: construção do texto, atuação, direção e concepção de todos os elementos que constituem o resultado final. Assim, o resultado deste trabalho não será somente a encenação de um texto de um dramaturgo, mas sim a construção coletiva de algo que este grupo deseja falar neste momento da sua história.
Com nuances de melodrama, trazendo para uma situação séria o que ela tem de patético, exagerando reações para melhor compreendê-las, “Amar (E Mesmo Assim...)” procura criar momentos onde o espectador ri do que está vendo, para logo em seguida, identificar-se com o que acabou de rir. Usando de ironia, e tentando ser, antes de tudo, uma boa história, “Amar (E Mesmo Assim...)” quer também possibilitar novas leituras sobre o tema sugerido, saindo do lugar comum com certo tom de comicidade.
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| Créditos da Foto: Sabrina Marthendal |
Sobre o Grupo Detalhe:
O grupo formou-se em 2002 com atores das oficinas de teatro oferecidas pelo Departamento de Cultura da Prefeitura Municipal de Indaial, onde suas primeiras apresentações foram esquetes e performances teatrais em eventos culturais do município. Paralelamente, montou seu primeiro espetáculo: “Azulejos”, que realizou temporadas e participou de alguns festivais da região.
Com a montagem do espetáculo “História de Lenços e Ventos” (2005), que circulou por escolas e entidades de várias cidades de Santa Catarina, seus integrantes decidem fazer do teatro sua profissão e seu trabalho diário.
Numa parceria com a Secretaria de Assistência Social e Habitação de Indaial em 2006, desenvolveu várias esquetes teatrais que tinham como objetivos levar às comunidades do município discussões relacionadas com o cotidiano das pessoas.Esta parceria da Secretaria com o Grupo durou 3 anos.
Com o espetáculo “Isso não é Brincadeira” (2006), que aborda a prevenção ao abuso e exploração sexual a crianças e adolescentes, o grupo cumpre com um de seus objetivos, acessando a arte teatral ao maior número de pessoas, tendo apresentado em mais de 20 cidades de Santa Catarina, estimulando crianças e adolescentes a fazer a denúncia em casos de abuso e exploração sexual.
Desde o início do Grupo, os atores participam de oficinas, cursos, palestras em diversas áreas do teatro e, internamente, desenvolvem um processo de preparação e treinamento corporal, visando aprimorar a técnica de representação. O grupo também preocupa-se em montar espetáculos teatrais que provoquem o espectador para a reflexão sobre si, sobre o mundo em que vive e sua situação neste mundo.
Ficha Técnica:
Direção: Jean Massanero
Assistente de Direção: Roberto Morauer
Texto: Gregory Haertel
Atuação: Aline Barth, Leomar Peruzzo, Roberto Morauer e Zanza França
Preparação de Elenco: Jean Massanero
Preparação Vocal: Aline Barth
Iluminação: Jean Massanero
Sonoplastia: Aline Barth / Jean Massanero
Cenografia: Grupo Detalhe
Figurinos: Grupo Detalhe
Comunicação Visual: Pedro de Camillis
Fotos: Sabrina Marthendal
Musicas de Gregory Haertel e Grupo Detalhe.
Temporada Blumenauense de Teatro (2011)
Amar (e mesmo assim...) de Gregory Haertel - Grupo Detalhe de Teatro
Local: Fundação Cultural de Blumenau (auditório Carlos Jardim)
Rua XV de novembro 161
Datas: 16 a 20 de março
Horário: 20 h
Classificação: 16 anos
Ingressos: R$ 14,00 inteira e R$ 7,00 meia entrada para estudantes, idosos, assinantes do jornal e com filipeta.
sábado, 15 de janeiro de 2011
Calendário 2011 da Temporada Blumenauense de Teatro.
Mais um ano começou. E a Temporada Blumenauense de Teatro, ano 6, volta a partir de março. Segue abaixo o calendário do ano. Prestigie e acompanhe a produção cênica local. A Temporada é uma promoção dos grupos locais de teatro, sob a coordenação da Associação Blumenauense de Teatro, com apoio da Fundação Cultural de Blumenau e Fujiro ECOTÊXTIL.
CALENDÁRIO 1º SEMESTRE 2011
16 a 20 de março | Grupo Detalhe | Espétaculo: Amar e mesmo assim...
13 a 17 de abril | Grupo Fãs de Teatro | Espetáculo: Rouxinol e o Imperador
18 a 22 de maio | Grupo Pé Sujo | Espetáculo: Cinco ou seis coisas que eu sei
08 a 12 de junho | Grupo Elemento em Cena | Espetáculo: ... (a definir)
JULHO a definir conforme o FITUB
CALENDÁRIO 2º SEMESTRE 2011 – (OS GRUPOS SERÃO CONFIRMADOS SOMENTE EM MAIO).
AGOSTO | 10 a 14 de agosto –
SETEMBRO | 28 a 30 de setembro | 1 e 2 de outubro
OUTUBRO | 19 a 23 de outubro
NOVEMBRO | 2 a 6 de novembro
DEZEMBRO | 7 a 11 de dezembro
Um grande abraço!
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Grupo Fãs de Teatro na Temporada Blumenauense de Teatro
Olá amigos,
Em novembro o grupo FÃS de Teatro, estará na TBT - Temporada Blumenauense de Teatro, com o espetáculo “Fãs de Improvisação”.
Fãs de Improvisação é um espetáculo sempre inédito, dinâmico e divertido baseado em jogos de Improvisação Teatral. A partir das regras de cada jogo e das sugestões de locais, temas, objetos e frases dados pela platéia, os jogadores criam cenas imprevisíveis no momento da representação. Estaremos jogando de quarta a domingo, nos dias 10, 11, 12,13 e 14 de novembro, na Fundação Cultural de Blumenau, sempre às 20:00h.
Ingressos: R$10,00 e R$5,00 (meia-entrada e com filipeta de desconto)
VENHA SE DIVERTIR, ESPERAMOS VOCÊ!
Direção: Pita Belli
Atuação: Aline Appi, Natália Curioletti, Allan Antônio, Ramon Trajano
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Temporada de outubro apresenta "Amálgama".
A Associação Blumenauense de Teatro, através do projeto Temporada Blumenuense de Teatro, traz o espetáculo contemporâneo Amálgama, do Grupo P.A, dirigido por Silvio da Luz, em monólogo de Adriano Amaral. O espetáculo é um dos trabalhos mais originais da região. Recomendável para maiores de 15 anos.
SERVIÇO
Amálgama
Entre os dias 29 de setembro e 03 de outubro, sempre às 20h na Fundação Cultural de Blumenau.
Ingressos: R$ 10,00 ou R$ 5,00 (meia-entrada ou com apresentação de filipeta).
Mais informações: 8835 7202, com Márcio.
AMÁLGAMA
De Sílvio da Luz. Com Adriano Amaral.
Texto: Gregory Haertel.
SINOPSE
A obra retrata um homem mergulhado em suas lembranças, preso sozinho em um ciclo onde passado e futuro se encontram. O outro, para o homem só, são os objetos, é a memória. E o homem tentará refazer o que se
perdeu. ‘Amálgama’ é um caminho de busca do que já deixou de ser. ‘Amálgama’ é como o pai que assiste repetitivamente ao vídeo do parto do filho morto tentando, a cada vez, ressuscitá-lo. É na repetição, em ‘Amálgama’, que se procura alguma forma de redenção.
FICHA TÉCNICA
Direção, Dramaturgia e Iluminação: SILVIO DA LUZ
Texto: GREGORY HAERTEL
Assistente de Direção, Preparação Vocal, Figurino e Material Gráfico: FÁBIO HOSTERT
Sonoplastia: JACKSON AMORIM
Cenografia: O GRUPO
LIMIAR
‘Amálgama’ é o resultado de 15 meses de pesquisa empírica e teórica. Normalmente, a prática teatral é trabalhada em dois momentos: o ensaio e a representação. Mas, nesse projeto, existe um terceiro momento, onde o artista não trabalha a obra, mas, se trabalha. Foi baseado na dinâmica dos elementos preparação-ensaio-representação que ‘Amálgama’ se edificou.
ALUMIAR
AMALGAMAR
Trabalhamos antes com a noção de dramaturgismo do que com o conceito clássico de dramaturgia. Por dramaturgia clássica entende-se o trabalho do autor teatral que, sozinho, delimita e estrutura a narrativa de uma obra. Por dramaturgismo, entenda-se o processo de escrita cênica que nasce do trabalho prático da equipe de realização do espetáculo. Este exercício de dramaturgismo pressupõe um trabalho artesanal de montagem de ações: a dramaturgia inscrita no espaço, no corpo do ator. Portanto, temos uma inversão no modelo clássico de criação teatral: sendo desenvolvida em sala de trabalho, a partir da orquestração das ações físicas criadas pelo ator, a obra só poderia ser escrita, tornando-se palavra impressa, depois de amalgamar a poesia do ator.
Este trabalho contou com a colaboração de outros artistas: o psiquiatra, escritor e dramaturgo blumenauense Gregory Haertel, que ficou responsável pela criação do texto. O ator da Cia Carona de Teatro de Blumenau Fábio Hostert, que ficou responsável pela assistência na direção, figurino e material gráfico. E o ator-clown-músico Jackson Amorim da Cia Zulu Canibal Ator e Bonecos de Rio do Sul, que ficou responsável pela sonoplastia.
domingo, 15 de agosto de 2010
CALENDÁRIO TBT 2o SEMESTRE 2010
Olá!!!
Estamos compartilhando a nossa agenda da Temporada Blumenauense de Teatro até o final de 2010.
Programe-se e aprecie o teatro produzido em Blumenau e região!
11 a 15 de Agosto – L.E.G.U.M.E Palhaços.
01 a 05 de setembro – Elementos em Cena.
30 de setembro a 03 de Outubro – P.A - Espetáculo "Amálgama".
10 a 14 de Novembro – Grupo Fãs - "Fãs de Improvisão".
08 a 12 de Dezembro – Phoenix.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
L.E.G.U.M.E PALHAÇOS NA TEMPORADA BLUMENAUENSE DE TEATRO DE AGOSTO
Abobrinha e Pimentão invadem Temporada Blumenauense de Teatro
O espetáculo “Faca de dois (le)gumes” apresenta irreverência do clown na Fundação Cultural de Blumenau.
A divertida reflexão sobre o amor, proposta pelo L.E.G.U.M.E. palhaços, estará em cartaz na Temporada Blumenauense de Teatro. Depois de passar por espaços alternativos nos bairros, os palhaços Pimentão e Abobrinha voltam a encenar o espetáculo “Faca de dois (le)gumes” no Centro da cidade. As apresentações, de 11 a 15 de agosto, começam sempre às 20h, no Espaço Multicultural Elfy Eggert, na Fundação Cultural de Blumenau.
Além do entretenimento, “Faca de dois (le)gumes” visa uma comunicação com o público despertando a reflexão sobre o amor e sua característica de faca de dois gumes. Com a irreverência do clown (palhaço), Pimentão e Abobrinha mostram que quando se trata deste sentimento, ao mesmo tempo em que alguém fere, pode também sair ferido.
O elenco da peça é formado pelos atores do grupo L.E.G.U.M.E. palhaços Charles Augusto (Pimentão) e Ana Peres Batista (Abobrinha), com a participação de Lúcio Locatelli. A direção é assinada pelo ator da Cia. Carona, Fábio Hostert. A montagem recebeu o incentivo do Fundo Municipal de Apoio a Cultura de Blumenau.
Esta é a primeira participação do L.E.G.U.M.E. palhaços na Temporada Blumenauense de Teatro, uma iniciativa dos grupos de teatro da cidade, em parceria com a Fundação Cultural de Blumenau. O valor do ingresso é R$ 10,00. A meia-entrada para estudantes, idosos e crianças e sócios do clube do assinante custa R$ 5,00. A classificação do espetáculo é livre.
O Grupo:
Fundado em 2008, pelos atores Charles Augusto e Ana Peres Batista, o grupo L.E.G.U.M.E. palhaços propõe uma reflexão sobre questões de caráter social e humanístico, buscando em si mesmo e no mundo a sua volta materiais para essa reflexão e composição do trabalho cênico. O principal objetivo do L.E.G.U.M.E. palhaços é estar em constante diálogo com o público pesquisando espaços cênicos e a sua relação com o palhaço/platéia. O trabalho valoriza a busca pelo aperfeiçoamento da
ate de palhaço. Com a atuação a partir das cidades de Blumenau e Itajaí, o L.E.G.U.M.E. palhaços apresenta uma opção desta linguagem teatral para espaços cênicos convencionais e inusitados. O grupo visa fomentar o gosto por esta arte sutil e nobre, sempre em diálogo com os artistas que, assim como os palhaços Pimentão e Abobrinha, se interessam pelo universo do clown. L.E.G.U.M.E. palhaços
www.legumepalhacos.blogspot.com
Temporada Blumenauense de Teatro
www.abluteatro.blogspot.com
Mais informações:
Charles Augusto – (47) 8809-6193
Ana Peres Batista – (47) 8436-3781
Att.
Oliveira Junior – (47) 9928-8648
MTb/SC 2464 JP
domingo, 1 de agosto de 2010
TEMPORADA BLUMENAUENSE DE TEATRO APRESENTA “A GRANDE PARADA”, DO VISCERA TEATRO.
Crédito: Léo Laps |
| Crédito: Léo Laps |
O VísCera Teatro mergulha no cotidiano do povo alemão durante o regime nazista e encarna o terror e a miséria que margeavam o ufanismo de um tempo inglório para os seres humanos. Através do corpo dos atores e suas histórias, propomos uma visão ao alerta de Brecht acerca da luta contra toda forma de dominação e suas máquinas de propaganda e submissão.
O texto, adaptação de obras de Bertolt Brecht, tem a direção de Pepe Sedrez, atuação de Cleiton da Rocha, Jean Massaneiro, Lu de Bem, Maicon Keller e Sabrina Marthendal, a produção de Adélia Eccel e Márcio Cubiak.
É interessante perceber, nessa enorme lista de nomes, a participação de atores de outros grupos teatrais de Blumenau e região, convidados pelo VisCera Teatro a se juntarem nessa empreitada. É uma opção do grupo pela troca e intercâmbio entre atores e atrizes, visando o constante aperfeiçoamento.
Com o apoio da Companhia Carona de Teatro, que nos empresta a atuação da atriz Sabrina Marthendal, a construção gráfica e pesquisa em vídeo de Leo Kufner e a direção de Pepe Sedrez – e ainda com o ator convidado Jean Massanero, do grupo Detalhe de Indaial, comunica o contemporâneo épico, sintetizando novas formas de criação. Buscamos aproximar-nos ainda mais do universo de Brecht, que é o universo da realidade de um tempo que jamais deve ser esquecido e nos propõe sempre a analise do presente e do futuro.
O épico, o político e o irônico desta obra são tomados pelos atores e atualizados a partir da vida que pulsa de cada corpo-em-arte. A direção interage o Teatro Épico com a Estética e Atuação Contemporânea criando um cenário onde a materialidade da vida é evidenciada pelas suas próprias máscaras. A fatal necessidade de sobrevivência, o medo, a censura, a farsa e a manipulação permeiam esse itinerário entre a resignação e a resistência.
Crédito: Léo Laps |
| Crédito: Léo Laps |
Com esta apresentação o grupo aceita o desafio de mergulhar no passado e compreender seu chamado para a atualidade. Estudando a criação cênica e as possibilidades artísticas, busca-se, também, a conexão com a vida coletiva e com a História construída pelos humanos. Buscando abstrair do mundo e refleti-lo olhando de cima – o distanciamento que une a todos – e, ao mesmo tempo, de dentro de nós mesmos que somos também, cada outro ao lado e ao longe num mundo que perde fronteiras.
Sinopse
Fragmentos cotidianos de uma realidade de tensão violenta. Corpos que expandem seu medo e sua audácia em um ambiente onde o controle visa apoderar-se da vida. A grande Parada – criação a partir da obra de Bertolt Brecht – vem a público unindo o Teatro Épico às formas de expressão contemporânea na Arte. Imerge na vida que pulsa no medo e na resistência. Em cena – opressores e oprimidos, ingênuos e traídores, soldados e operários – encontram-se em meio ao terror materializado pela ideia de um povo calado, um reino sem liberdade e um rei sem razão. A representação de cenas vividas pelo povo entre 1933 e 1938 na Alemanha, a cenografia contemporânea e os recursos de mídia permitem um olhar no processo histórico sob a Estética da Arte e sua ideologia de transformação. Recomendável para maiores de 14 anos.
Ficha Técnica
A Grande ParadaVísCera Teatro
Direção: Pépe Sedrez.
Atores: Cleiton Rocha
Jean Massanero
Lu de Bem
Maicon Keller
Sabrina Marthendal
Participação especial: Gika Voigt
Texto: Adaptação de Bertolt Brecht por VísCera Teatro
Adaptação:
VísCera Teatro
Iluminação
Pépe Sedrez
Cenografia
Pépe Sedrez
Sonoplastia
Pépe Sedrez
Maquiagem
Adélia Eccel
Arte Gráfica
Cleiton Rocha
Preparação Corporal
Pépe Sedrez
Fotografia
Adélia Eccel
Leo Kufner
Leo Laps
Edição de Vídeo
Leo Kufner
Produção Executiva
Adélia Eccel
Márcio Cubiak
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Crédito: Léo Laps
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